Perdido em um mundo de rancor,
Celebro o re-encontro de minha maldade,
Um delírio da flor, que, livre de amor,
Retira-me o que resta de sanidade;
Corrompido pelo algoz da frigidez!
Desesperado por um refúgio de mim mesmo,
Vejo minha felicidade tornar-se desgraça,
Ela hoje se define em garrafas e torresmo,
Até o iminente esvaziar de minha fina taça;
E assim então me liberte de uma vez!
(Bruno S. Carvalho)
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