Eros (em grego Ἔρως; no panteão romano cupido) era o deus grego do amor.
Phobia (do grego φόβος "medo"), em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Âmago Urente
Repousando em meu âmago urente
atormentado por um poxirão oculto
definhando entre sandeus e zumbaieiros
minha onicofagia já devoraste a carne
Te vejo por entre anjos no nubígeno
e tu no teu refúgio doce e fleumático
não me vê adorando o ígneo desgosto
Horas te observo de forma frugal
minutos expõe a mulher mais janota
que um dia estes olhos puderam ver
sentir, tocar, beijar e amar (...)
e hoje choram por ti de forma brutal!
(Bruno S. Carvalho)
O Pináculo da Saudade
Como isagoge o meu temor de mangrar,
onirocricia o mesto da arte de atossicar,
no pertuito de meu funéreo coração vovente,
que se entrelaçou dócilmente neste quixó;
Imaginando uma forma de contraminar,
o pináculo doloroso do velho licranço,
percorre com sua mesnada em solos arenosos,
escondido em minha ardilosa guarida;
Permaneço pernóstico de sua irrupção,
tênue espero um dia tergiversar pândego,
antes que a venéfica veneta suscite em mim.
(Bruno S. Carvalho)
Insólitas Lembranças
A obliteração de uma equação de dúvidas,
cultivada por um ser de idéias distantes,
que aguarda em seu esconderijo, a loucura,
sem mais fé em seu sentimento relutante;
Tendo como alcunha a pérfida solidão,
plissado por algo subitamente perene,
recôndito da face da inveja pedante,
vive a ruar em tuas insólitas lembranças (...)
Insistindo em sustapor as indiferenças,
delirando com o amor que tínhamos,
e que a nódoa em seu inócuo ódio,
destruiu! deixando-me a beira do abismo!
Vago implícito e carente de afeto,
se olhar em seu belicoso coração verá,
nada pode dilapidar nosso amor!
(Bruno S. Carvalho)
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