Perseguido pelo olhar da velha bruxa,
Subversivo, contemplo minha dominação,
Complexa me atormenta em sua busca,
Simbolizo-me em estado de meditação,
Porém algo lascivo repentinamente despertou...
O meu mais belo e corrosivo desprezo ao pudor,
Repudio todo este fanatismo imoral,
Prossigo amável e repulsivo no meu reino de terror,
Desfrutando os benefícios da vida carnal,
Consumindo a promiscuidade que sempre me amou!
Se pudesse destruir a inveja que nasce,
Inocente no olhar que me devora,
Tudo que consiste inexpressivo na face,
De quem sorri, mas por dentro chora.
(Bruno S. Carvalho)
Eros (em grego Ἔρως; no panteão romano cupido) era o deus grego do amor.
Phobia (do grego φόβος "medo"), em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Refúgio de Mim Mesmo
Perdido em um mundo de rancor,
Celebro o re-encontro de minha maldade,
Um delírio da flor, que, livre de amor,
Retira-me o que resta de sanidade;
Corrompido pelo algoz da frigidez!
Desesperado por um refúgio de mim mesmo,
Vejo minha felicidade tornar-se desgraça,
Ela hoje se define em garrafas e torresmo,
Até o iminente esvaziar de minha fina taça;
E assim então me liberte de uma vez!
(Bruno S. Carvalho)
Celebro o re-encontro de minha maldade,
Um delírio da flor, que, livre de amor,
Retira-me o que resta de sanidade;
Corrompido pelo algoz da frigidez!
Desesperado por um refúgio de mim mesmo,
Vejo minha felicidade tornar-se desgraça,
Ela hoje se define em garrafas e torresmo,
Até o iminente esvaziar de minha fina taça;
E assim então me liberte de uma vez!
(Bruno S. Carvalho)
Transtorno Psicológico
Sutilmente imprevisível, mas constante,
Desprezado pelo recanto do abrigo,
Imaginando uma morte hilariante,
O velho alcoolismo se mostra amigo!
Neste momento me sincronizo em dor e tremor;
Num frio simulado de um coração quente,
Pressinto que o fim retrata-se lógico,
E em um último ato sincero e circense,
Confesso que só queria você próximo...
Ilusões e artimanhas de um incomodo amor.
(Bruno S. Carvalho)
Desprezado pelo recanto do abrigo,
Imaginando uma morte hilariante,
O velho alcoolismo se mostra amigo!
Neste momento me sincronizo em dor e tremor;
Num frio simulado de um coração quente,
Pressinto que o fim retrata-se lógico,
E em um último ato sincero e circense,
Confesso que só queria você próximo...
Ilusões e artimanhas de um incomodo amor.
(Bruno S. Carvalho)
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Talvez Vida
Entre escuridão e raios de luz,
Meu desespero reflete o medonho,
Abandonado por quem me seduz,
Sem alma, sem face, reflexo tristonho;
O ódio me segue na eterna estrada,
Um desgosto da vida à se anunciar,
Tristeza destilada de sangue e tara,
Contínuos demônios a me rodear;
Recordo de ti tranquila e intocável,
Sorri de minha cova confusa e breve,
Por algum tempo me foi agradável,
Depois seu coração se abrangia em neve;
Minha procura se tornou estúpida e banal,
Talvez salvasse-me do inferno de gelo profano,
Não exite e venha me ver execrado pelo mal,
E talvez lhe confesse: Que ainda te amo...
(Bruno S. Carvalho)
Meu desespero reflete o medonho,
Abandonado por quem me seduz,
Sem alma, sem face, reflexo tristonho;
O ódio me segue na eterna estrada,
Um desgosto da vida à se anunciar,
Tristeza destilada de sangue e tara,
Contínuos demônios a me rodear;
Recordo de ti tranquila e intocável,
Sorri de minha cova confusa e breve,
Por algum tempo me foi agradável,
Depois seu coração se abrangia em neve;
Minha procura se tornou estúpida e banal,
Talvez salvasse-me do inferno de gelo profano,
Não exite e venha me ver execrado pelo mal,
E talvez lhe confesse: Que ainda te amo...
(Bruno S. Carvalho)
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